Como foi a vida neste lugar nos primeiros dias



No dia seguinte ao iniciar o dia foi tudo muito dificil, onde tive que descer a mina de água para buscar água para fazer café, depois lavar louças e fazer comida, minha mãe fez o pouco de comida que nos restou, haja vista que não fizeram uma compra para trazer, não me lembro o motivo o dinheiro que vendeu a casa foi tão barato que gastou se praticamente na mudança, nem na construção do novo barraco, pois já tinha barraco no local que meu pai havia construido em um tempo antes, tanto que isto foi o pivor da mudança, pois deixou nele ferramentas e as pessoas daqui estavam roubando as ferramentas e plantando no quintal, houve até briga com as pessoas porque diziam eles ser donos do terreno e tudo mais, este já seria um dos motivos para se vender o lugar e ficar onde estava até Deus preparar algo melhor a respeito. Lembrando que devo já ter contato aqui se não contei vou contar agora que antes de mudarmos meus pais foram para a igreja e independente de qualquer denominação a palavra era não va para aquele lugar porque se for haverá sete anos de fome. Então a fome começou no dia que chegou, pois não sei qual foi o pensamento de meus pais que não trouxeram compra. E neste dia de domingo passamos o dia no cuidado de arrumar as coisas nos pequenos comodos do local e minha mãe já estava doente com muita dor de cabeça o local tinha muito mato um trio para descer uma escada alta para o barraco e outro trio para descer para a mina (local que se pega agua onde alguns chamam de bica, onde sai agua por um cano), passamos o dia nestes cuidados e a noite. No outro dia meu pai foi para o trabalho e minha mãe procurar escola para estudarmos. E a prova ali começou ao chegar ao trabalho eles disseram para meu pai que ele teria sido mandado embora, sendo assim ele voltou para casa e as coisas começaram a ser dificil, minha mãe conseguiu a escola para nós longe de casa e para os pequenos em uma pequena escola parecida com escola rural de duas salas. A outra também era como se fosse escola rural,  mais tinha mais salas. Começamos a estudar já no mes de julho, e as coisas começaram a ficar confusa, ainda bem que pelo menos a escola era talvez por ser parecida com escola rural de pessoas calmas sem ter muitas brigas e ou bulen entre outras pertubações talvez por ser a maioria dos seus alunos como nós pessoas que chegaram em situação de pobreza, fome e sem um acolhimento legal, claro que nós tinhamos pai e mãe quase todos, mas acredito que a maioria de nossos pais buscavam assim como muitos buscam até hoje o direito a casa própria e a busca por um local que se fugisse do que se poderia acontecer com a superpopulação de São Paulo que é claro que aconteceu anos depois, mas enfim. Voltando a nossa casa que na verdade era um barraco de dois comodos, e começou a vir algumas pessoas fazer amizade com meus pais e irmãos entre eles uns para ajudar a limpar o matos e outros como o Pastor Valetim nos chamar para a igreja que na época somente tinha um pequeno barraco azul que apilidavam de tabernaculo, lá também nos acolheram e passaram a nos dar um apoio espiritual. Mas independente de tudo isto as coisas e consequencia da vida começou a acontecer muito rapido, em pouco tempo tudo que minha mãe temia começou a acontecer. Tenho até medo de relatar aqui o que aconteceu, mas vou tentar contar. 

Só lembro que era dificil um barraco de dois comodos, um banheiro com uma privada no fundo do quintal fora de casa, e não tinha agua, luz e nada. Nós usavamos luz de vela e lamparina para alumiar e eu as vezes quando chegava a noite da escola usava aquela lamparina ou vela para no meio do escuro ajudar meu pai a fazer a serca no quintal de arame, pois ele chegava do serviço e ia arrumar estas coisas, porque meus irmãos não ajudava, por sorte, minha mãe com a experiência com algumas coisas que ela tinha em poucos dias conseguiu a instalação da energia junto a antiga eletropaulo, porém agua demorou-se mais de dez anos para conseguir e mesmo meu pai cavando o poço era pouca agua que tinha, e eles não tinham condições para comprar uma caixa de água, minha mãe conseguiu comprar uma caixa de agua eu ja tinha 16 anos e foi por um voto que fez a Deus esta caixa esta na casa até hoje. Foi muito sofrimento, nestes dias minha mãe ficou doente e a gente tinha muitas roupas que trouxemos de São Paulo inclusive porque além de ganharmos minha mãe era costureira e eu era pequena e levava as roupas para lavar na mina e as vezes não dava conta e as vezes vinha a chuva com enchorrada e acabava levando embora, esta mina ficava situada no fundo do quintal não tinhamos ajuda de outras pessoas, algum tempo depois que uma ou outra pessoa começou a solidariezar e ajudar um pouco a lavar as roupas e assim não perdia mais se tanto. 

Logo falaram para minha mãe onde se tinha posto de saude para fazer as vacinas das crianças e também pegar doações de alimentos, nós fomos ali no centro de Itapevi perto da escola chamada Briquet tinha um barraco azul de madeira onde era o posto de saude lá eles fizeram os cartões e nos deram alguns poucos alimentos depois viemos embora de onibus, onde tinha que descer em frente a antiga fabrica de cimento Santa Rita e andar de a pé para casa e era bem longe com sacolas e meus irmãos no colo e minha mãe com uma ferida na perna o calor o poeirão da estrada, e viemos ao chegar em casa quando abrimos aquelas sacolas para fazer alguma coisa para comermos era um feijão preto duro com muitas bandinhas arroz papa todo quebrado e o leite em pó que colocava na vazia e voava para todos os lados, mas era o que tinha naquele momento. Enfim os dias foram passando e as coisas sempre bem piores, cada vez pior, teve vez que até na igreja a gente pedia algo e as vezes a própria dispensa da igreja esta vazia, é por isto que acredito que a igreja tem que ter sempre alimentos para os pobres. Enfim continuando, a vida de adolescencia e tudo que temos que passar nossos dias chegou para mim e minha irmã em meio a este caos e a vergonha foi ficando cada vez pior, mas nós disfarçavamos e fingiamos quando passavamos nossas vergonhas para não ser mais pior do que o que já estava. Logo no inicio tinha uma grande mata no fundo do terreno com arbustos e arvores baixas meu pai passou a limpar todo este terreno e a plantar algo para nós comermos e com mais ou menos uns seis meses a gente já tinha feijão e milho para comer e a minha mãe nos levava junto para ajudar eu e alguns poucos irmãos porque outros não queriam fazer nada logo falo sobre eles, e também minha mãe plantou muitas verduras que a gente comia também, mas muitas vezes nem isso tinhamos.

A minha mãe quando melhorava ia para o ceaza buscar alimento e trabalhava em casa de familia e algum lugar em limpeza, aquele tempo se pagava muito pouco, mas era o que tinha para o momento, uma vez uma vizinha foi no ceaza e trouxe muitos figados de boi eu levei para a mina e lavei e tinha um fedor horrivel, e depois que lavei coloquei em agua fervente e fiz um pouco de macarrão que tinha com colorau e foi que meus irmãos que estavam em casa comeram e até um amigo nosso estava em casa comeu era muito pouco para cada um, e comiamos muitas vezes coisas selvagem como moranguinho do mato ou amora outras coisas que viamos no mato para enganar o estomago. Algumas vezes os meninos se arriscavam a entrar em algumas lavouras de caqui de uma pessoa próximo para pegar caqui, mas isto não era necessário era um por safadeza mesmo, mas enfim a vida parecia até um pouco calma no começo, mas as dores e sofrimentos iam piorando conforme os anos e dias se passavam, quantas vezes tomavam cha no lugar de café de folhas de laranja, mechericas entre outras coisas, porque não tinhamos o que tomar, ou então comiamos pão seco que as pessoas davam ou que meu pai pedia em padarias, ou então meu pai comprava sacos de bolachas misturada que vendia em lugar chamado a bolachinha em Itapevi, por ser um lugar muito pobre eles faziam estas coisas, se bem que também foi a época da recessão no Brasil e estava muitas pessoas passando por necessidades e até em açougues vendiam pedaços de frango apelidados de carcaças que eram a um preço mais acessivel onde era praticamente a mistura que a maioria das vezes tinhamos, mas as vezes nem isto tinhamos.

Neste meio tempo meus irmãos já começaram a ter amizades e eu tinha que cuidar dos menores para meus pais sairem para encontrar comida e meus irmãos saiam para a rua para "brincar" quantas vezes chegavam a tarde não tinha comida e ficavam irados comigo, a violencia entrou dentro da nossa casa, eram brigas constante meses pareciam anos e anos seculos, era assim minha vida levantar 6hs da manhã preparar meus irmãos menores para a escola, fazer café da manhã as vezes no fogão de lenha levar eles para a escola, pegar pão fiado quando conseguia no barzinho de uma senhora e depois ir para a mina lavar louça e cuidar da casa, meus irmãos fazendo o tempo todo briga em casa. 

 Enquanto isto eu servia a Deus na igreja que ja citei acima pegava nos domingos levantava cedo tomava banho de bacia, (quando tomava que as vezes não tinha agua em casa e não tinha como ir para a mina buscar por conta do tempo e ou algo que ocorria, muitas vezes a agua ficava barrenta ou suja, porque na verdade era um corrego que transformaram em mina), e ia para a escola dominical, as vezes minha mãe ficava brava porque precisava de mim para ajudar ela, mas eu as vezes não a entendia e acabava indo mesmo assim, e esta era nossa vida. Quantas vezes olhavamos para os lados e não tinhamos o que comer, lembro de minha mãe as vezes mandando pedir para as pessoas ou até em igrejas comida para dar para nós e muitas vezes as pessoas negavam. 

Neste meio tempo a minha mãe ficou gravida de meu irmão Samuel, e o dia que ele nasceu dia 12 de outubro de 1983, eu já tinha 12 anos era um domingo dia das crianças, ela um dia antes foi de a pé com uma ferida no pé que ela adquiriu em meio a este sofrimento foi para o hospital de pegando o trem a uns quarenta minutos de a pé de nossa casa e eu fiquei em casa com as crianças, e os médicos mandaram ela voltar para casa que não era tempo ainda, ela voltou novamente de a pé e na madrugada o menino veio a nascer. Ela nos contou depois que ela mesmo fez seu próprio parto conosco dormindo e mesmo com todas as dores ela não fez nem um só barulho, detalhes este vinha a ser o sexto filho que ela teve em casa em outros lugares que moramos minha mãe também teve outros filhos em casa e com todos vinha a se somar agora dez filhos, e não parou por ai que depois ela teve mais um que foi seu ultimo e que por pouco ela vinha a falecer assim me contava a vizinha que a levou para o hospital no qual o médico pediu para a vizinha assinar um termo de responsabilidade de vida e por misericórdia de Deus sairam os dois vivos, mas voltando neste dia quando cheguei em casa sem enter nada da escola dominical dia em que nasceu o Samuel, eu não entendia, pois minha mãe diferente de hoje que as crianças e adolecentes se aprende muita coisa não nos contava nada ficou um tanto brava comigo por não conseguir ajudar o suficiente em casa, mas ela estava de pé sei hoje que com muitas dores fazendo comida e cuidando das coisas, mas eu não sabia naquele tempo, o que hoje me revolta é que em São Paulo quando ela teve filhos assim também ela teve pessoas parteiras que a ajudou, pessoas que nos ajudou no cuidado com a casa, entre outras coisas, lembro quando o Levitico meu irmão nasceu além de a Dna Maria e a dna Rosalina a ajudar ainda cuidou de nós e nos deu comida e tudo e agora viviamos em um meio de mato sem amigos, parentes e vizinhos e tinhamos que nos virar era tudo muito ruim. 

Os dias era muito dificil horas muita chuva e frio um vento terrivel que sempre achavamos que iria algo acontecer, horas muito calor que tinhamos que sair do barraco para fora porque a casa ficava cheia de pernelongos, que mesmo a gente queimando coisas como esterco de gados ou outros trapos, etc não espantava os pernelongos, nosso corpo ficava cheio de picadas parecendo peneira. Uma vez ventou tanto e choveu que o telhado voou todo da cozinha e ficamos debaixo da mesa eu e meus irmãos enquanto minha mãe gritava por ajuda a casa mais perto era a uns 500 metros ou mais da nossa e a pessoa foi nos ajudar e nos deram um jeito até meu pai conseguir comprar telha para por no barraco, e ficamos com umas tabuas colocada no telhado por algum tempo até conseguirmos telhas para colocar no lugar, depois meu pai conseguiu umas telhas e madeiras e até fez mais um puchadinho no barraco para termos mais um quarto que até então eu dormia na cozinha com alguns irmãos e outros dormiam no quarto o quarto era de terra e a cozinha também tudo chão batido. (em São Paulo meu pai tinha feito tudo com cimento). Mas aqui não foi possivel na época fazeer isto.

E de repente quando eu estava para completar doze anos meu pai começou a falar que ia me levar para trabalhar na casa de uma senhora que tinha o nome de Sakiba, engraçado que eu tinha maior medo deste nome achando que era uma pessoa ruim e tal, afinal eu era uma criança de doze anos, lembro até um dia que meu pai chegou falando sobre isto eu estava tentando ver o que fazer para meu irmão bebe comer, pois não tinha comida ele chegou e trouxe um pouco de leite eu fiz um mingau no fogão a lenha e o menino no desespero da fome enfiou a mão dentro do prato que a queimou, mas consegui vencer esta situação. E por fim eu comecei a trabalhar na casa desta senhora no qual de ruim não tinha nada a sua filha Valmir me tratava como filha no qual durante os anos a seguir passou a me vestir e calçar, mas eu ganhava muito pouco lá e também comecei a fazer datilografia na escola mais barata da região e a pagar o curso com este valor, então passei a vender coisas na rua de catalagos e até trabalhar em outras casas, porque nesta eu só trabalhava até então só nos fins de semana e dias de festa. Nisto uma vez as pessoas que não sabiam que eu trabalhava fim de semana e nas casas das pessoas na semana como diarista mesmo sendo uma menina e ainda estudando, fazendo vendas e ajudando minha mãe em casa, estavam fofocando na mina e minha mãe viu elas falavam "Como pode ter uma menina de quatorze anos dentro de casa sem trabalhar e ainda vive nesta miséria?" Minha mãe apesar de ser crente e tudo se irou, me pegou no outro dia de madrugada e me levou para procurar emprego e existia na época um jornal chamado o Amarelinho, e minha mãe pegou o jornal na época era gratuito e tinha umas vagas de emprego sendo elas de vários tipos, mas uma que me chamou atenção era uma para menores de meio periodo de segunda a sexta, eu achei ótimo que ia continuar estudando, mais não sabia que aquele seria o começo de mais um sofrimento.

Quando chegamos ao lugar para arrumar o trabalho era um trabalho de vendas de terreno de cemitério, mas na verdade no inicio não disseram que seriamos vendedores e sim seriamos somente pessoas que iria entregar panfletos. No outro dia eu fui trabalhar e levei um irmão meu comigo e o filho de uma vizinha também foi junto (ainda bem que foram porque o que aconteceu depois explica tudo), enfim quando chegamos lá aguardamos a divisão do trabalho e fomos para o campo, na rua já fomos nas casas entregar os panfetros batendo de porta em porta, por fim quando deu umas 11hs o homem que nos levou foi nos buscar com a perua, na perua que eu estava somente tinha eu e outra menina, não sei se ele tinha que buscar outras em outro lugar, não em lembro só sei que a perua estava em velocidade alta não me lembro quando entrei na perua e nem como foi que aconteceu só sei que houve um acidente em que eu cai da perua e bati a cabeça na guia. Fui dali levada a um hospital e passei por alguns dias neste hospital, depois fui para casa que ainda era o barraco, e agora era dificil para a minha mãe a filha que a ajudava estava nesta situação. Neste tempo eu havia mudado um pouco de igreja na verdade eu não queria mais ir para a igreja a minha mãe com medo deu ir para o mundo pediu para mim ir visitar a igreja Deus é amor com uma amiga já tinha um ano que eu não ia para a igreja, mas na verdade não era porque eu queria ir para o mundo, é porque se eu tinha que ajudar minha mãe em casa, e tinha que estudar e trabalhar eu não tinha mais animo para ir a igreja, e também eu tinha um pouco de vergonha da minha vida. Mesmo que a minha mãe coitada as vezes comprava uns panos quando ela tinha um dinherinho no fim de ano e fazia um vestido para mim, mas eu tinha esta tal vergonha. E já nesta igreja Deus é amor eu ia para a igreja com um pano no rosto, pois meu rosto ficou todo torto, com o tempo voltei a trabalhar, mesmo com o rosto torto tanto na casa de familia fim de semana como no lugar que era deste trabalho, porém lá eu não conseguia trabalhar direito eles eram muito estupidos e cobravam muito de nós era mentira que era para entregar folheto na verdade eles queriam que nós vendessemos e  venda de terreno de cemitério. E quando a gente não conseguia vender eles nos humilhavam, o meu irmão e amigo dele ja tinham desitido eu não podia, porque fui registrada por conta do acidente, registro este que um tempo  depois meu pai veio a perder a minha carteira, esta carteira profissional foi tirada na pressa por causa deste emprego e por causa do acidente, a empresa teve que me registrar, mas eu não conseguindo trabalhar acabei desistindo de ir porque pedi para me colocar no escritório eu fazia datilografia na época e não quiseram então pedi para me mudar de area e não quiseram então eu acabei pedindo para sair eu não estava bem e era cobrada estava ainda em tratamento do rosto e eles não me ajudavam e sim cobravam vendas, mas isto foi ruim porque meu pai acabou procurando advogados e mesmo com audiencia e tudo mais não conseguiamos nada por fim perdemos a carteira e o cartão das audiencias eu precisava voltar a minha rotina e acabamos deixando isto pra lá. Eu estava desgastada, e ainda por cima continuava com necessidades. Então voltei a trabalhar em casa de familia, uma aqui outra ali, e neste meio tempo meu rosto já havia melhorado, eu continuei estudando, embora era muito dificil para mim, mas eu disfarçava toda a situação e me apegava a Deus e fingia que não vivia naquela pobreza, mesmo tendo que muitas vezes sair sem tomar banho, sem ter uma higiene pessoal legal, mas eu me esforçava para viver mesmo assim dava graças por tudo, continuava ajudando meus pais e trabalhando no que me aparecia, comecei além da datilografia a fazer curso de computação que chamavam antigamente e outros cursos que eu conseguisse mesmo na minha condição, falhei muito em minhas escolhas poderia ter ido trabalhar como as meninas da minha época como arrematadeira de costura, eu não queria ainda era isibida kkkkk, isto quer dizer queria trabalhar em escritório, e minha mãe e pai também achavam que eu estava certa. Enfim os sete anos de prova estava terminando e uma luz de esperança estava começando. Vou contar no próximo capitulo.


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